sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

CABELO PARA QUEM ESTÁ FAZENDO QUIMIOTERAPIA: FULL LACE



 NA FOTO SILVIA E ALÊ ANDRADAS COLOCARAM PRÓTESE CAPILAR  POR ESTÉTICA,PODE SER USADO POR VARIOS FATORES.
AUMENTE SUA AUTO ESTIMA ! ENFRENTE A QUIMIOTERAPIA .....COM BELEZA E LEVEZA.... ANIME-SE E CUIDE DE VOCÊ, ASSIM PODERÁ LEVAR SEU AUTO ASTRAL POR ONDE PASSAR E CONSEQUENTEMENTE AJUDARÁ NA SUA  RECUPERAÇÃO!
MUITA PAZ!
SOS LOOK BRASIL.
011 2976-0538







terça-feira, 28 de janeiro de 2014

MELHOR "PERUCA" QUIMIOTERAPIA

CONHEÇA FULL LACE WIGS 2014, O MAIS NOVO SISTEMA DE PRÓTESE CAPILAR





         LEVANTE SUA AUTO ESTIMA DURANTE SEU TRATAMENTO DE QUIMIOTERAPIA!

         VEJA A NATURALIDADE, IMITA O SEU COURO CABELUDO!! PERFEITO!!

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

O QUE É TRICOTILOMANIA? CAUSAS, SINTOMAS, SOLUÇÃO NÃO CIRÚRGICA!

O que é Tricotilomania?


Sinônimos: Tricotilose; Mania compulsiva de arrancar cabelo
Tricotilomania é a perda de cabelo devido a ímpetos repetidos de puxar ou torcer o cabelo até quebrá-lo. Os pacientes não conseguem interromper esse comportamento, mesmo quando o cabelo começar a ficar escasso.

Causas

A tricotilomania é um tipo de distúrbio de controle impulsivo. Suas causas não são claramente entendidas.
Pode afetar até 4% da população. Mulheres são quatro vezes mais propensas do que os homens.

Exames

Seu médico irá examinar sua pele, cabelos e couro cabeludo. Um pedaço de tecido poderá ser retirado (biópsia) para que sejam detectadas outras causas, tais como infecção do couro cabeludo, e para explicar a perda de cabelo.
fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/temas/tricotilomania
SOLUÇÃO NÃO CIRÚRGICA: PRÓTESE CAPILAR, FULL LACE WIGS 2014!!!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

DEPOIMENTO DE UMA ATRIZ ESTRANGEIRA COM ALOPÉCIA AREATA

“Chorei ao ver meu cabelo crescendo novamente”, diz atriz que sofre com uma doença que a fez ficar careca

Toda mulher tem uma relação especial com seu cabelo. Moldura poderosa para o rosto, ele pode influenciar nossa autoestima, humor e até a produtividade no trabalho. Não à toa, Costanza Pascolato, referência em estilo e elegância, não se cansa de dizer que um bom corte – custe o que custar – é o melhor investimento de beleza que uma mulher pode fazer. É um assunto delicado — e imagine como deve ser para as atrizes e modelos que vivem de sua imagem.
Georgia Van Cuylenburg: aos 20 anos, ela foi diagnosticada com Alopecia Aerata, uma doença que a faz perder cabelo
Georgia Van Cuylenburg: aos 20 anos, ela foi diagnosticada com alopecia areata, uma doença que a faz perder cabelo
A atriz australiana Georgia Van Cuylenburg, de 24 anos, sempre foi loira e mantinha suas madeixas naturalmente onduladas e longas. Trabalhando na TV, era cheia de cuidados com sua aparência e orgulhava-se dela. Em 2007, aos 20 anos, sem explicação, começou a perder seus cabelos. Não havia feito nenhum procedimento químico nos fios, nem estava doente ou tinha quadro de ansiedade aguda. “Era uma quarta-feira típica. Durante o banho, enquanto esfregava o xampu, senti pedaços do meu cabelo caindo em minhas mãos. Tive medo de sair do banho porque não entendia o que estava acontecendo. Ao sair, vi minha pia, de cor clara, se encher de fios. Olhei no espelho e segurei as lágrimas. Naquele momento minha vida mudou para sempre”, conta Georgia.
Desesperada, correu para os médicos. Passados os exames, ela foi diagnosticada com uma doença chamada alopecia areata, da qual até então nunca havia ouvido falar. A alopecia (ou alopécia) é uma doença autoimune, não tem causas definidas, embora a predisposição genética seja um dos fatores observados, nem cura definitiva. Provoca a perda repentina de pelos em determinada região do corpo sem deixar qualquer rastro de inflamação ou alteração da pele no lugar afetado. Em outras palavras, os pelos simplesmente caem. E foi isso o que aconteceu com ela. Dia após dia, viu seu cabelo se perder.

Ela fez tratamentos para que os fios voltassem a crescer, mas sem sucesso. Então, decidiu raspar o cabelo e ficar careca
Georgia fez diversos tratamentos para que seus fios voltassem a crescer: acupuntura, injeções de cortisona, ingestão de suplementos alimentares e aplicação de químicas agressivas, com a intenção de estimular seu couro cabeludo. Às vezes via resultado e podia perceber o cabelo despontando. Mas logo a cena mudava e eles voltavam a cair.
Cansada, resolveu raspar seu cabelo por completo e ficar careca. Logo em seguida, os fios apareceram novamente e se firmaram — dois anos depois, em 2009, emocionada, ela conseguiu ir ao cabeleireiro cortar o cabelo. “Chorei ao perceber que ele estava voltando”, afirma. O momento durou pouco, no entanto. Logo em seguida ele voltou a cair, até que ela ficasse novamente careca. Foi quando Georgia decidiu trabalhar com crianças que também enfrentam a doença, e esse contato lhe deu forças para que passasse a sair de casa, em alguns momentos, sem a peruca que adotou para tentar minimizar o sofrimento.
Em meio a dolorida jornada, seu namorado registrou em vídeo todos os momentos por quais ela passou, da tristeza e revolta absoluta à esperança em ver os fios aparecendo novamente. O resultado é o filme “Baby Let your Hair Hang Down”, lançado este ano e em inglês, que conta também com depoimentos de médicos sobre a doença. O trailer (acima) está hospedado no sitehttp://babyletyourhairhangdown.com/, criado para informar sobre a doença e arrecadar fundos para ajudar em pesquisas e tratamentos.

VÍDEO: https://www.youtube.com/watch?v=GXgBbzjjxl0
Georgia orgulha-se de sua luta, que pode durar toda uma vida. “Sempre quis ser conhecida como atriz, a menina bonita ou a menina engraçada. Mas hoje sou a garota da alopecia e isso já é uma grande coisa”, diz.
POR ISSO CONTINUE SEU TRATAMENTO MAS NÃO PERCA SUA AUTO ESTIMA, RESOLVA O QUE TE INCOMODA, USE PRÓTESE, SEJA LIVRE E FELIZ.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

QUIMIOTERAPIA: DICAS DE BELEZA DE UMA EX-MODELO

Quimioterapia e Beleza": ex-modelo cria projeto com dicas de beleza para mulheres com câncer


Ao ser diagnosticada com câncer de mama, Flávia Flores, 35 anos, resolveu transformar uma das fases mais difíceis de sua vida em um grande projeto.


“Se alguém falar que lidou superbem com o diagnóstico de câncer, não vou acreditar. Porque eu chorei, descabelei, pensei que fosse morrer”. Quem escuta esta frase quase não acredita que ela saiu da boca de Flávia Flores. No final de 2012, a ex-modelo de 35 anos foi diagnosticada com um câncer de mama agressivo.Fez mastectomia, perdeu o cabelo, os cílios, o namorado, mas não a vontade de ficar bonita. Por isso, criou uma página no Facebook batizada de “Quimioterapia e Beleza”, com dicas de maquiagem, nutrição e lifestyle para mulheres que, assim como ela, estão passando pelo tratamento contra a doença. E tudo com clima alto-astral. A página deu origem aQuem visita a fanpage e assiste aos vídeos de Flávia, não consegue imaginar a catarinense numa versão pessimista ou mal-humorada. “Tem dias que o corpo pede pra ficar na cama, quietinha. E eu obedeço. Mas de baixo-astral eu não fico”, conta ela em entrevista exclusiva para Marie Claire.
Durante a conversa, Flávia conta como descobriu o câncer, sua reação inicial diante da doença e como surgiu a ideia (inédita) de desenvolver um projeto totalmente dedicado a autoestima de mulheres que estão passando por tratamento contra o câncer. um blog, com o mesmo nome.

Como descobriu a doença?
F.F.:
 Durante o banho, fiz o autoexame e percebi um carocinho no seio esquerdo. Foi fácil detectar porque sempre fui magra e, juro, um dia antes não tinha nada.De repente, estava lá, um nódulo. Fui ao médico e ele disse para não me preocupar pois, por ter aparecido repentinamente e ser grande, aquilo devia ser resultado de uma batida ou glândula inflamada. Em seguida, fiz a mamografia e foi detectado que minha prótese de silicone estava rompida. Então, o médico propôs que trocássemos as próteses e tirássemos o tal caroço. Eu nem lembrava mais da existência daquilo no meu corpo. Fiz a operação e, 10 dias depois, saiu o resultado da biópsia: estava com um tipo agressivo de câncer de mama.
M.C.: Como reagiu à notícia de que estava com câncer de mama?
F.F.:
 Eu não conseguia respirar! Fiquei dez dias de cama, só chorava, desejava morrer.E não queria nem ouvir falar sobre quimioterapia. Pensava que meu cabelo cairia, que perderia sobrancelhas, cílios, formas do corpo, que ficaria pálida, sozinha e que as pessoas se afastariam de mim. Não queria passar pelo tratamento de jeito nenhum, afinal, já tinha tirado o carocinho, não tinha mais nada no meu corpo. Foi muito, muito difícil. Fora que eu nunca tinha tido contato com ninguém com câncer. Tive casos na família, mas eram pessoas que moravam longe, então eu não senti a situação de verdade. Mas tive muita força da minha mãe e do meu filho. O Gregório dormiu comigo nos primeiros dias, disse que tudo iria passar, que depois do tratamento eu ficaria boa. E eu acreditei nele. Quem não reagiu nada bem foi o meu ex-namorado, que me largou.
M.C.: Como assim? Ele te abandonou por causa do câncer?
F.F.: 
Sim. Quando contei que estava com câncer, ele me deu força, disse que iríamos passar juntos por tudo aquilo, e eu acreditei, claro. Ele foi até Florianópolis comigo, ficou ao meu lado depois que fiz a mastectomia e, no domingo seguinte, pegou o voo para São Paulo para trabalhar. Depois disso, ele me bloqueou nas redes sociais e nunca mais atendeu às minhas ligações. Até hoje não sei se está vivo ou morto. Não sei se foi porque eu iria ficar sem cabelo ou porque ficou com medo da responsabilidade de me acompanhar durante ou tratamento ou se fui chata em algum momento. Eu não entendi direito, mas coloquei na minha cabeça que tinha que ficar perto da minha família, cuidar da minha vida, da minha saúde, dos meus projetos.

M.C.: E você conseguiu se relacionar com outros homens depois?
F.F.:
 Sim, estou namorando e muito feliz! No dia 21 de dezembro de 2012, postei um vídeo em que raspo a cabeça e um amigo de Facebook, o Ricardo, comentou que eu estava linda. Contei pra ele que aquilo era resultado de um câncer e começamos a conversar virtualmente. Aí eu fui para São Paulo, nos encontramos e ficamos. Passamos Ano Novo juntos, Carnaval. Aliás, foi quando eu postei uma foto de biquíni, na praia, que as pessoas começaram a perguntar se eu podia tomar sol, quais os cuidados que uma pessoa com câncer tinha que ter na praia. E eu passei a postar mais vídeos e dicas, a levar o projeto mais a sério.
M.C.: Quando decidiu criar a fanpage e o blog “Quimioterapia e Beleza? Usou algum blog ou página da internet para se inspirar?
F.F.: 
Criei a fanpage em dezembro de 2012, no dia da minha primeira quimioterapia, porque as pessoas ao meu redor não sabiam como lidar com a situação. Imagina ter que conviver com alguém que fica se vitimizando o tempo todo? Não dá, né!? E eu percebi que meus amigos começaram a se afastar e não era por mal. O meu objetivo era quebrar o gelo e mostrar como era a minha rotina. Ao mesmo tempo, como eu sempre trabalhei com moda, tinha medo de o mercado não me aceitar depois do tratamento. Então, comecei a procurar maneiras de ficar bonita e não achei nada. O jeito foi descobrir sozinha.Hoje tem dicas de como amarrar o lenço, truques de maquiagem para melhorar a aparência, informações nutricionais, que peguei com a minha médica. Até inventei ensaios fotográficos especializados para mulheres que fazem quimioterapia, coisa que não existia.
M.C.: Em todos os textos e vídeos, você transmite muita alegria e alto-astral. Em quais momentos é mais difícil colocar um sorriso no rosto?
F.F.: 
O câncer é uma das doenças que mais deprimem o paciente, principalmente por causa da quimioterapia, que realmente debilita, enfraquece. Nesses dias, eu posto meu look, quem vai me levar e me buscar até o hospital, essas coisas. E fico na cama, porque o corpo pede pra você não sair de lá. Assisto a filmes, fico com meu cachorro, meu filho, minha mãe. De baixo-astral eu não fico, porque vejo as pessoas curtindo, compartilhando minhas informações, esM.C.: Durante todo esse processo, o que mais alterou sua autoestima?
F.F.: Raspar a cabeça e tirar os meus seios. Eles são a moldura de uma mulher e foi difícil me aceitar deste novo jeito. Eu coloquei próteses de silicones próprias para quem fez mastectomia, mas elas não ficam tão bonitas, são um pouco incômodas e vou ter que esvaziá-las quando começar a radioterapia. Hoje já tenho dois milímetros de cabelo e consigo sair de casa sem peruca ou lenço. Mas eles são artifícios para eu criar um personagem novo todo dia e me divertir com isso.
M.C.: Você conseguiu unir dois assuntos muito antagônicos, quimioterapia e beleza. O que diria para as pessoas que afirmam que cuidar da beleza é futilidade?
F.F: Devemos passar pelo tratamento da melhor maneira possível e, se essa maneira for cuidando da beleza e da autoestima, por que não? As mulheres que estão com câncer de mama têm que ter consciência que o tratamento é temporário: vai começar e vai acabar. Então, nesse período, vamos fantasiar todos os dias, porque tudo fica mais fácil e faz bem!crevendo que seguiram minhas dicas ou, dando uma nova dica, e acho muito legal!
MUDE SEU MODO DE VER A VIDA, SE REALIZE, FICOU TRISTE PORQUE FICOU SEM OS CABELOS? COLOQUE PRÓTESE! LEVANTE SUA AUTO ESTIMA PORQUE VOCÊ MERECE!!




terça-feira, 14 de janeiro de 2014

SEJA LIVRE COM FULL LACE NESTE VERÃO!!



 VIVA SEM MEDO, CURTA UMA PISCINA, PRAIA, SINTA-SE LINDA COM CABELOS NATURAIS QUE PARECEM QUE NASCERAM DE SUA CABEÇA!!

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

QUIMIOTERAPIA: CAIU SEUS CABELOS? UTILIZE PRÓTESE CAPILAR!



PERGUNTAS FREQUENTES:

1) Devo parar de trabalhar ou realizar minhas atividades diárias após receber o diagnóstico do câncer?

O indicado é tentar manter as atividades diárias e o trabalho normalmente. Contudo, sabe-se que novas atividades farão parte do dia-a-dia, como consultas médicas freqüentes, exames invasivos e tratamentos demorados, como a quimioterapia. Tudo isso pode afetar o seu estado geral e demandar mudanças.

2) Posso fazer exercícios físicos ou devo ficar em repouso?

Sabe-se que a rotina após o diagnóstico de câncer muda muito; são consultas, exames, tratamentos freqüentes. É aconselhável levar a vida o mais próximo ao normal possível. Caso você não tenha o hábito de fazer exercício físico regularmente, converse com o seu médico. Se você já se exercita, tente manter as atividades o mais próximo ao ritmo normal, mas escute o seu corpo – respeite momentos de descanso para recuperação de energia.

3) Em que situação devo procurar o Hospital?

Em geral, pacientes são orientados a procurar o serviço de saúde em caso de febre (temperatura maior ou igual a 37,8ºC); falta de ar súbito; convulsões; confusão mental; dor de aparecimento abrupto ou difícil de suportar; mal estar intenso, mesmo que não se saiba o porquê; diminuição de força nas pernas de aparecimento recente; náusea ou vômito que impedem a alimentação ou ingesta de líquidos; diarréia intensa.

4) A quimioterapia em comprimido é tão eficaz quanto a quimioterapia intravenosa?

Nas últimas décadas, a ciência tem avançado muito. A possibilidade de fazer quimioterapia utilizando comprimidos é um exemplo claro desse avanço, visto que o paciente pode fazer o tratamento contra o câncer em sua própria casa. Mas a quimioterapia via oral está disponível apenas para alguns tipos de câncer, ou seja, cada quimioterapia tem uma indicação específica. O comprimido pode ser mais eficaz que a medicação pela veia em alguns casos e menos eficaz em outros, se não for a indicação correta da medicação.

5) Toda quimioterapia faz cair o cabelo?

Não. A queda de cabelo depende do tipo de quimioterapia usada e da sensibilidade do paciente ao tratamento. Vale lembrar que a queda de cabelo é temporária, isto é, após o término do tratamento, o cabelo volta a crescer normalmente.

6) Meus familiares podem usar o mesmo banheiro que eu durante o período de quimioterapia?

Sim. Apenas alguns tipos de quimioterapia são eliminados pela urina ainda com ação do medicamento. Converse com o seu médico e veja se a quimioterapia que está usando exige algum cuidado especial.

7) Posso tomar sol durante o meu tratamento?

Alguns quimioterápicos podem aumentar a sensibilidade das células da pele e, se exposta ao sol, podem ocorrer manchas ou até mesmo queimaduras. É importante conversar com o médico para tirar dúvida relacionado especificamente ao seu tratamento.

8) Existe algum tipo de risco para as pessoas que convivem comigo durante a fase em que estou fazendo radioterapia?

A radioterapia é um tratamento muito útil na área de oncologia. Ela tem diferentes indicações e diferentes formas de aplicação, podendo ser externa ou interna (braquiterapia). A mais freqüentemente indicada é a radioterapia externa, em que o paciente recebe raios de radiação na região do câncer, evitando-se ao máximo afetar as células normais nas áreas próximas ao câncer. No caso da radioterapia interna, material radioativo é temporariamente introduzido no câncer. Ambos os tratamentos são ambulatoriais, isto é, o paciente vai e volta do hospital a cada sessão e o paciente não se torna radioativo após o tratamento. Assim, o paciente em tratamento radioterápico pode conviver normalmente com as pessoas.

9) Pólipos no intestino ou miomas no uterino podem virar câncer?

Pólipo é um tumor benigno, que pode parecer uma verruga, que se forma na mucosa do intestino (cólon e reto). Em geral, o pólipo começa bem pequeno e cresce lentamente no decorrer dos anos. Pouco mais da metade dos pólipos do intestino, quando avaliados em laboratórios, são do tipo “adenoma”- considerados “pré-malignos”. Esse tipo de pólipo tem grande chance de se desenvolver em um câncer de intestino. Os outros tipos de pólipos não são preocupantes. Para saber se o pólipo é ou não um adenoma, é necessário fazer biópsia por meio de colonoscopia ou cirurgia para retirar o pólipo e análise laboratorial do pólipo. Ao contrário dos pólipos intestinais, os miomas no útero da mulher são tumores benignos que não se tornam malignos. Muitas mulheres podem ter miomas e nem saber que os tem. Os miomas podem aparecer em vários locais do útero, em diversos tamanhos, provocar ou não sintomas. O tratamento pode ser cirúrgico, mas em muitos casos pode-se apenas observar clinicamente a sua evolução.

10) Participar de pesquisa é seguro?

Antes de uma pesquisa ser oferecida a um paciente, muitas etapas são cumpridas para garantir a segurança do paciente. Um projeto de pesquisa é analisado por várias comissões que envolvem diferentes profissionais a fim de assegurar a questão ética e legal da pesquisa. Muitas vezes, participar de uma pesquisa acaba sendo uma oportunidade de receber um tratamento inovador para o controle do câncer.


RECUPERE SUA AUTO ESTIMA: UTILIZE PRÓTESE CAPILAR!

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

TRICOTILOMANIA: UTILIZE PRÓTESE CAPILAR!!


TRICOTILOMANIA
O que é?
É o desejo ou impulso incontrolável de arrancar fios ou tufos de cabelo. Muitas vezes, esse comportamento pode se tornar tão automatizado que a pessoa age sem perceber. Pode se tornar tão grave a ponto de a pessoa ficar com extensas falhas no couro cabeludo, sobrancelhas ou cílios.
A atitude de arrancar fios em si já é bastante estranha e quem sofre de tricotilomania tem completa consciência da estranheza do próprio comportamento. No entanto, após arrancar os fios, muitas pessoas com esse transtorno, após arrancar ainda apresentam comportamentos como alisar os fios, enrolando-os entre os dedos, passando por entre os lábios e brincando com eles de maneira geral. Algumas chegam a comer as raízes dos fios ou mesmo a engoli-los, o que pode até levar à necessidade de cirurgia para a retirada dos bolos de fios que se formam.
Dura quanto tempo?
Pode ser só por uns dias, semanas ou meses, ou só em determinadas épocas do ano ou sempre e sua intensidade pode variar. A pessoa pode passar semanas ou meses sem apresentar este comportamento e, de repente, recomeçar. Existem diversos graus, desde pequenas falhas nos cabelos ou áreas sem cabelo até calvície total.
Porque a pessoa arranca os cabelos?
  • Não resiste ao vontade de arrancar.
  • Sensação de tensão, ansiedade antes de começar a arrancá-los. 
  • Sensação de alívio da ansiedade, após arrancar os fios de cabelo.
Quais as conseqüências?
  • Vergonha pelo comportamento e aparência.
  • Podem esconder o problema de sua família e amigos.
  • Podem evitar atividades sociais, praia, piscina, etc., para que seu problema não seja percebido.
  • Repercussões graves na auto-estima, na carreira e da vida social.
  • A ingestão de cabelos pode levar ao desenvolvimento de "bolos" de cabelos no estômago ou intestinos, o que quase não acontece, mas é perigoso.
  • Dores nas costas, pescoço pela posição forçada e repetitiva.
  • Feridas e cicatrizes no couro cabeludo
Por que a pessoa tem essa vontade de arrancar o cabelo?
A causa ainda é desconhecida. Mas é comum em famílias que tem depressão, síndrome do pânico, outras manias, como comprar, comer demais, não querer comer etc.
Os pais não devem se culpar, pois esse problema não é causado por falhas de educação.
As meninas, não devem pensar que são neuróticas nem loucas. Porque esta é uma doença que se chama tricotilomania, é uma doença como outra qualquer, só que mais esquisita e difícil de tratar.
Em que situações que pessoa faz mais isto?
  • Emoções desagradáveis (ansiedade, tensão, raiva e tristeza).
  • Atividades durante as quais as mãos estão livres e a mente está ocupada.
Exemplo: Leitura, telefonemas, trânsito, assistindo TV.
  • Mais freqüente à tardinha ou tarde da noite quando estão sozinhas, cansadas ou tentando adormecer.
  • Algumas arrancam conscientemente, outras distraidamente (sem perceber).
  • Podem tentar deixar o cabelo do mesmo tamanho, evitando o crescimento de cabelos, ou para mudar ou igualar a linha do cabelo ou para arredondar uma área careca, por exemplo.
  • Muitas arrancam só os curtinhos que estão nascendo, ou só os mais longos, só os fios de determinada textura ou cor, como os mais grossos ou os brancos.
O que fazer?
A maioria tentou parar de arrancar, com graus variados de sucesso, mas a maioria volta a arrancar. Não se deve culpar a pessoa, porque ela faz sem querer, então culpar uma pessoa por arrancar cabelo é o mesmo que culpar um asmático por não conseguir respirar.
Crítica, raiva e acusações não vão diminuir o problema e vão aumentar a vergonha, a Depressão, a ansiedade e a baixa auto-estima.

"Devolva sua auto-estima e procure usar uma prótese capilar!"